sábado, 19 de setembro de 2009

Soco na barriga.
















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Anita meteu a mão. E só parou de bater qdo percebeu q a outra, estava ficando cada vez mais agressiva. Pensou: Ou dou um golpe certeiro e a desmaio, Ou então, preciso agir de outro jeito. Se a desmaiasse, quem garante que não a mataria? Não... não qria isso. Decide só se defender. E espera que ela se acalme. Ela então, ao percerber que Anita não estava mais revidando, Fica mole, e cai no chão aos prantos. Gritando.

Anita subitamente recobra a razão, e começa a pedir mentalmente que a outra se acalme. Tenta fazê-la comer, beber alguma coisa, e dormir. Consegue, depois umas cinco ameaças de morte contra si, e duas horas passadas.... A deixa dormindo na cama e passa a noite no sofá. Com medo do que possa acontecer. Pensando se deve pedir ajuda pra alguem. A casa está destruída. Duas portas arrebentadas, copos quebrados, espelho do quarto estilhaçado, e celular em mil cacos no chão... Liquidificador, ferro, coração. Tudo partido.
Alívio.
“Amanhã ela vai acordar sóbria - vai perceber a besteira q fez, se desculpar e voltar pra casa da mãe” Seu corpo inteiro dói. Cabeça, punhos, e os hematomas das mordidas. Admira, no espelho do banheiro, seu primeiro olho roxo. Não que fosse sua primeira surra, mas essa foi especial: deixou marca visível. Teria q esconder isso. “A que ponto cheguei; Era tanto carinho. Era pra ter sido pra sempre. Onde foi q nos perdemos. Q ódio é esse?”

Anita dorme. Acorda com o alvorecer, levanta-se, e tenta acordar a outra. Os gritos recomeçam. Não, de novo não. Basta. Não ia esperar mais. Saí correndo, vai até o orelhão da esquina, descabelada pouco e dá o endereço e espera a viatura. É a segunda vez que isso acontece.

Pergutam se estão bêbadas, se usam drogas. O q foi que aconteceu. Ela ainda resiste. Anita vigia para que não façam nada com ela. Perguntam se ela quer registrar queixa ao verem os hematomas: IML, Maria da Penha?. Ela diz que não. Que só deseja que a outra saia. Perguntam se tem passagem, o q fazem da vida. Pedem documentos.
Felizmente são homens são pacíficos dessa vez, e depois de muito fala não fala, ela sai. Vai xingando. Ameaçando. Diz q volta, q mata.
Anita, sozinha, se lava, chora, tira mechas e mechas de cabelo arrancado. Tranca a porta da sala, do quarto, a janela. E dorme sozinha. Com medo.


sábado, 29 de agosto de 2009

Hj me escreveram uma cousa.

If we didn't live venturously, plucking the wild goat by the beard, and trembling over precipices, we should never be depressed, I've no doubt; but already should be faded, fatalistic and aged.
Virginia Woolf
(1882-1941)


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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ELA, A VACA

EU TENHO VERGONHA DOS OUTROS.
NÃO TEM O QUE FALAR DE MIM.

SOU UM LIXO. TODOS OS MEUS PLANOS FALHARAM.
EU FALHEI.

FALHA.
FALHADA.
MAL FADADA AO QUE É BOM.

BUSCO O RUIM PRA MIM.
BUSCO O RUIM.
O MAL. PQ SOU SOU MÁ.
SÓRDIDA
ÁRIDA E ARDIDA.

uMA PALAVRA?
NOJO.

uM DESEJO?
TANTOS.

UMA VONTADE?
TE MATAR.

oFENDER.

XINGAR.
DEFECAR EM VOCÊ.

ESSE NAMORO DESPERTOU O QUE HAVIA DE MAIS
NOJENTO EM MIM.

AGORA

TENHO QUE IR EMBORA DAQUI.
ENCERRAR TUDO E COMEÇAR NOVA VIDA.

JÁ SÃO TANTAS VIDAS QUE NEM SEI MAIS QUEM SOU.

ESTOU CANSADA DE ME REINVENTAR.
DE COMEÇAR DE NOVO.
E DE NOVO
E DE NOVO
SEM QUE SURJA NADA DE NOVO.

NO FIM, É TUDO IGUAL
MENOS EU.
Q VOU FICANDO CADA VEZ MAIS DESIGUAL
E LOUCA.

ASs

SEi que o tempo passa rápido
que estou consumindo meus dias
em torno de nada
em prol de nada
fazendo nada.

NADA

Leio sua poesia e ela me diz
que tem nojo
disso que eu faço assim

tem algo maior que eu.
tem algo que me dói.
Tem uma vergonha dentro de mim.
tem uma vergonha na minha cara.

me olha.
Vê o horror?
não te enojo?
enjôo?
tem 15 dias que não me lavo.

Tem alguns dias que não vomito.
Calma. não sou bulímica.
É Vômito de alcoolismo
de bêbada porca mesmo.

De loucura.
Da loucura que concebi.
(pra não dizer que não fiz nada da vida)


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Me envorgonha a pobreza.
A feiúra.
A Gordura
E o desamor

O desprezo interno que sinto
por ela, por elas, por todos nós:
todo ser humano vivo ou morto nesse ugly Betty planet.
O mundo é tão sódido que sinto vergonha de existir e ser humana
COMO posso falar de bondade, se sou má?

Não que esteja me fudendo, é que não tenho coragem pra fazer
NADA
estou esgotada, triste, meio morta e fofa.
Estou tão fofa que sou capaz de murchar.

Ass .Pão de Ló. Ass.assinado.
by my ass.

domingo, 23 de agosto de 2009

E num dia qualquer diferente

Romper com a gente. TE MANDAR PRA PQP. E pegar outra. Menos burrrinha q vc.

terça-feira, 7 de julho de 2009

E ele se foi

foi rápido, me olhando com ódio, meio espantado. Homens são muito covardes. Não pense nunca que um idiota irritado pode ser mais louco que uma IDIOTA nas mesmas condições. Além, da raiva, e do ataque de fúria, ainda dispomos do ardil. O que não pode uma mulher ardilosa? Acho que parti o fígado dele. Ao menos perfurei. Sei que saiu sangrando e com aquela cara:
"- Sái, Saí senão eu te mato! Quer ficar sem seu pinto, quer???"
Ela tadinha, ela estava pálida! Hehe, acho que nunca esperou isso de mim. Desconfiava, é verdade, que já a vi amedrontada antes, mas não acreditava que eu realmente tivesse coragem. Mas, eu tinha, e tive pra muito mais. Afinal, quem defende pobres moças inocentes na sociedade Ocidental? Que eu saiba ninguém. Só querem de nós duas coisas, oriundas de uma, do corpo, que se bifurca, em sexo ou trabalho. Servimos só pra isso. Trabalhe duro and fuck hard, that everything gonna be all rigth. É claro, não trabalhe muito se seu trabalho for ficar quieta, e muito menos foda animalescamente, quando te quiserem de poor vitcim. Lembrem-se do presidente-escritor-estadunidense que disse: " As mulheres são tolas, sua maior arma é a fragilidade". Sim. Mas, não a fragilidade REAL, àquela dissimulada pelo ardil. A fragilidade objetiva: por um motivo maior. A fragilidade monitorada, refletida, planejada. Essa sim. Exatamente como eu fiz.

Ela jamais teria me avisado, seu tivesse sido agressiva, ou denunciado desde o princípio que reprovava tudo aquilo... Sórdida, ingênuamente fingi que de nada sabia, desconfiava.. E se o fizesse: "não se preocupe, meu amor" Serei compreensiva... é normal. Acontece com todo mundo. Todos tem direito à realizar suas vontades mais íntimas. "É humano - Simplesmente somos assim."
O que não nego, de fato. Mas, policiar-se, controlar-se, pra mim, é o maior mérito da vida. Como o budismo suprime o prazer para prolongá-lo, como o catolicismo nos chicoteia com o pecado, a remissão. Ou mesmo como um Estado legalista nos impõe sua lei, creio que cada ser humano deve se auto limitar pela coletividade, em prol do outro. Do sentimento alheio. E ela não fez isso por mim.

domingo, 5 de julho de 2009

Star

E quanto mais ela me chupava, mas estrelas eu via. Juro que eram.Tudo black, uns pontinhos brilhantes! Amarelados, à reluzir.
Ela a me chupar. Chupando, que delícia! Não sei como conseguia chegar tão perto e não me tocar. Só sua boca em uma parte tão secreta de mim. O saquinho. Que tem gente, eu sei, chama de grelho. Não sei se pra mim é a mesma coisa, mas ela sabe bem mexer com aquilo. Lambia devargazinho, e sugava.. ao poquinhos.. Gente!!! Se ela não me fez ver estrelas, então eu desmaiei e transpus meu ser pra outra dimensão. Ela é sem dúvida o melhor sexo DA MINHA VIDA.

**Pena que ontem chegou com cheiro de borrachadecamisinhadep@#%demacho na boca.

Elle




Eu estava andando na rua e a sapatão passou:

“- Quanto?”

“- Não atendo mulher.” – respondi e me joguei cabis´baixa.

Ela se aproximou lenta. Mas, não tão lenta ao ponto de que eu pudesse me esquivar. Fugir. Quando vi, já estava ao meu lado. Quase grudada em mim:

“- Quanto?”

E me lambeu.

Sussurrei: -“R$500”

E fui arrastada dali, meio que pelos cabelos e ou cintura. Não sei. Aquela guria era louca. Guria?! Mulher. Ela era louca...

Me puxou para entrada mais próxima com placa néon: o que não falta na Anhanguera é hotel. Motel. Quarto sem garagem alugado por hora? Não faltava.

Na entrada foi até gentil, me conduzindo. Pediu o quarto, á essa altura, me pegando pela mão, com todos os dedos.

ENTRELAÇADOS.

Eu derretia. Não me cabia mais fazer nada. Ela já mandava em mim. Olhei tudo, o quanto pude. Pra ela, de costas, sua nuca – andando na frente me puxava pela escada – pro lugar, pra tudo. Ela andando, no último quarto de andar, notou o quanto me apertava, fez cara de susto e me soltou. Acho que viu minha cara de medo, meio dor, ou de angústia, ela tinha um anel. Sim, era aquilo que machucava. Riu sem graça, desceu três degraus e me puxou, pra baixo. Me agarrou por trás e foi me empurrando, escada acima enquanto me beijava. Mordia. Era meio bicho. Tosca.

E hoje sinto como se ela não estivesse morta. Relembrando-a assim: tão viva!

sábado, 18 de abril de 2009

oi

estou doente e devo morrer em breve. por isso: o blog!